38% DOS MOTORISTAS CONSUMIDORES DE BEBIDAS ALCOÓLICAS ADMITEM PODER BEBER E DIRIGIR EM SEGURANÇA, REVELA PESQUISA
93% DOS ENTREVISTADOS AFIRMAM QUE QUEM PROVOCA MORTES NO TRÂNSITO, SOB EFEITO DE ÁLCOOL, DEVE IR PARA A CADEIA.
Considerando os resultados da pesquisa “Bebida X Direção: uma combinação fatal”, realizada pela Quest Inteligência de Mercado em fevereiro, com 3.000 pessoas em nove capitais, podemos pensar que ainda estamos longe de diminuir as estatísticas de mortes no trânsito.
“Isto porque, dos 1.120 participantes do levantamento habilitados a dirigir, 73% declaram ter consumido bebida alcoólica nos últimos 30 dias, sendo que 38% destes acham que podem consumir duas latinhas de cerveja e dirigir em seguida, com toda a segurança”, explica o coordenador da pesquisa, Luís Cesar Périssé. Pela lei, é crime dirigir com concentração igual ou superior a 6 decigramas de álcool por litro de sangue.
A situação deve piorar daqui para frente, visto que recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) enfraqueceu a Lei Seca. Os magistrados entenderam que relatos de testemunhas, inclusive o de guardas de trânsito, e testes em que o médico examina o motorista visualmente não valem como prova contra quem dirige embriagado.
Se 90% das pessoas pesquisadas já achavam que a Lei Seca é branda demais com os motoristas, depois desta decisão do STJ o descrédito da legislação deve ser total. Agora, na prática, quem se recusar a fazer o teste do bafômetro ou exame de sangue não poderá ser indiciado nem preso.
Os entrevistados discordam do STJ e querem que bêbado na direção seja punido: 92% acham que motorista apanhado embriagado deve perder a carteira; 93% afirmam que aquele que provoca morte no trânsito, sob efeito do álcool, deve ir ser preso imediatamente. O mesmo percentual acredita que o teste do bafômetro deva ser obrigatório.
O estudo da Quest Inteligência de Mercado ouviu 1.500 homens e 1.500 mulheres, com 18 anos ou mais, em nove capitais – São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Salvador (BA) e Fortaleza (CE). Dos entrevistados, 45% têm até 34 anos, 45% pertencem às classes AB e 42% às classes CD. A margem de erro da pesquisa é de 1,8% para mais ou para menos.
Veja a pesquisa na íntegra
Postado pela Assessoria de Imprensa
MULHERES E CIGARROS, RETRATO DE UM VÍCIO FORA DE MODA
EM 10 ANOS, CAI NÚMERO DE MULHERES FUMANTES E DAQUELAS QUE INICIARAM O TABAGISMO ANTES DOS 18 ANOS, REVELA PESQUISA.
Estudo da Quest Inteligência de Mercado com 1.500 mulheres em nove capitais mostra também o impacto das campanhas e leis antifumo na diminuição deste vício e como as brasileiras tentam deixá-lo.
No Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 8 de março, a boa notícia do universo feminino é que sua relação com o fumo se tornou mais fraca nos últimos 10 anos. Hoje, o índice de mulheres fumantes é de 18% contra 21% registrado em 2002.
Esta é uma das diversas informações trazidas pela pesquisa “Mulheres e cigarros, retrato de um vício fora de moda”, realizada durante o mês de fevereiro pela Quest Inteligência de Mercado, empresa especializada em pesquisa e análise de mercado, com o objetivo de traçar um perfil da afinidade entre o público feminino e o tabagismo.
O estudo é comparativo a pesquisa similar realizada pela empresa em 2002, e ouviu 1.500 mulheres com 18 anos de idade ou mais, em nove capitais – São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Salvador (BA) e Fortaleza (CE). A margem de erro da pesquisa é de 2,6% para mais ou para menos.
Dividida entre fumantes, ex-fumantes e mulheres que nunca fumaram, a pesquisa revela que as mulheres estão começando a ter contato direto com o cigarro cada vez mais tarde – 61% das fumantes disseram ter iniciado o vício antes dos 18 anos, contra 75% relatado em 2002. Em compensação, o percentual das fumantes na faixa entre 18 e 29 anos aumentou substancialmente, passando de 22% para 37%.
“A boa notícia é que os números demonstram uma realidade bastante perceptível, sobre a relação da diminuição do fumo pelas mulheres através dos anos”, argumenta Luís César Périssé, sócio-diretor da empresa e coordenador do levantamento. “Além disso, apesar das influências que todas as pessoas sofrem diariamente, as mulheres que fumam estão começando o vício cada vez mais tarde, indicando que o consumo feminino de cigarros pode cair ainda mais no futuro”, comenta.
Segundo a pesquisa, os amigos são a maior influência para a primeira tragada entre mulheres fumantes, com 53%, enquanto 14% experimentaram por curiosidade. Os parentes responderam por 13% do total.
Entre as mulheres fumantes, a maioria, ou 54%, disse fumar até meio maço de cigarros por dia, enquanto 37% afirmaram consumir, em média, um maço diariamente. Apenas 9% informaram fumar mais de uma carteira de cigarros ao dia.
Fora de moda
Se antigamente fumar era sinônimo de glamour, como mostrado pelo cinema, ou de juventude, vitalidade e aventura, segundo as propagandas televisivas e na mídia em geral, hoje este vício, que custa bilhões de reais ao Brasil em tratamentos contra as doenças relacionadas a ele, está em queda gradual entre as mulheres.
Tal diminuição pode ser atribuída à influência das campanhas e leis antifumo governamentais nos meios de comunicação e nos próprios maços de cigarros, assim como pela proibição da propaganda na tevê e no rádio e, mais recentemente, com o fim dos fumódromos em locais públicos fechados, antes destinados a este vício.
Do universo pesquisado que ainda fuma, 68% já tentaram parar, mas acabaram retornando ao tabagismo. Infelizmente, 48% voltaram às tragadas em menos de três meses, 15% resistiram entre 4 e 11 meses e surpreendentes 37% ficaram “limpas” do vício por um ano ou mais.
Quanto às ex-fumantes, a maioria esmagadora mostra-se persistente quanto ao fim do vício, visto que 88% delas largaram o cigarro há mais de um ano, contra 12% que estão nesta empreitada há menos de 12 meses.
A pesquisa revela outro dado interessante da relação das mulheres fumantes com as leis antifumo – 11% relataram que a legislação as ajudou a diminuir o vício, enquanto 85% o mantiveram inalterado. Somente 4% disseram ter aumentado a quantidade de cigarros consumidos.
Para 15% das entrevistadas, um dos marcos na luta contra o tabagismo, a obrigatoriedade da inserção de imagens assustadoras e chocantes no verso dos maços de cigarro vem ajudando a diminuir vício entre os fumantes em geral. Na opinião de 29%, essa queda é pouco sentida, enquanto 55% creem que essas fotos sejam inúteis.
“De qualquer forma, 89% das 1.500 mulheres pesquisadas declararam que a proibição do fumo em fumódromos e em locais públicos fechados foi boa para sua saúde, enquanto 10% afirmaram que não. Melhor ainda é que 93% das mulheres afirmaram que a proibição foi boa para a saúde da população em geral, contra 6% de opiniões contrárias”, explica Périssé, ressaltando que estes percentuais realmente chancelam a afirmação de que o tabagismo está ficando fora de moda.
Veja a pesquisa na íntegra
Postado pela Assessoria de Imprensa
VAIDOSOS, IDOSOS ASSUMEM CUIDADOS COM A SAÚDE E COM O CORPO, REVELA PESQUISA
São Paulo, dezembro de 2011. Mente sã em corpo são. Basicamente este vem sendo o pensamento de uma parcela cada vez maior das pessoas da terceira idade –envelhecer bem e com saúde. Pesquisa da Quest Inteligência de Mercado, especializada em pesquisa e inteligência de mercado, ratifica este cenário, ao mostrar que 98% consomem regulamente frutas, legumes e verduras, essenciais para a ingestão de nutrientes.
Neste estudo foram ouvidos 300 idosos entre 60 e 92 anos, na Capital paulista, onde a empresa está sediada. Não participaram os idosos sem mobilidade. Ao todo, 47% se dizem felizes e gozar de boa saúde. A íntegra da pesquisa pode ser baixada em: www.slideshare.net/Questmkt/idoso-ativo-feliz
A pesquisa também chamou a atenção para o fato de 80% dos idosos afirmarem evitar o consumo de gorduras, fator de risco para aterosclerose, hipertensão, derrames e infartos, entre outros males. Por conta disso, 43% dizem consumir alimentos diet (isentos de determinado nutriente, como glúten, açúcar, sódio, colesterol ou gordura) ou light (com redução de, no mínimo, 25%, de determinado ingrediente), enquanto 39% fazem dieta.
“Com muitas opções de áreas verdes e de locais onde possam passar parte do dia, 65% dos idosos paulistanos têm se exercitado bem e praticado diversas atividades, segundo o estudo”, argumenta Luís César Périssé, sócio-diretor da empresa e coordenador da pesquisa.
A caminhada, por ser de baixo impacto, é mais praticada – 58% dos entrevistados andam regularmente. Ao todo, 20% dos idosos com mais de 60 anos fazem ginástica, enquanto 17% dançam, 9% fazem natação, 7% realizam hidroginástica e 4% ainda têm fôlego para correr.
Vaidade – A manutenção da boa aparência física também é buscada por grande parte dos idosos ouvidos pela Quest Inteligência de Mercado. O mais curioso é que os homens desta faixa etária estão se mostrando vaidosos, ao procurar cuidar mais da pele e dos cabelos.
De acordo com o levantamento, 77% das mulheres e 31% dos homens com mais de 60 anos usam cremes hidratantes para o corpo regularmente. O rosto é preocupação para 69% das mulheres e 25% dos homens. Praticamente o mesmo percentual vale para aqueles que dizem utilizar outros produtos para o corpo.
Os idosos que costumam tomar sol também estão se preocupando mais em se proteger dos raios UV-A e UV-B, com protetores solares. 59% das mulheres acima dos 60 anos dizem utilizar esses produtos, enquanto apenas 15% dos homens estão passando o creme na pele. Já a rejeição aos cabelos brancos, como esperado, é esmagadoramente maior entre as mulheres (58%) contra apenas 4% dos homens, que disseram usar tintura para o cabelo.
Perfil
Do universo de idosos participantes da pesquisa, 51% são mulheres e 49%, homens; 51% do total pertencem às classes A e B, 42% à C e 7% às classes D e E. Com relação à escolaridade, 57% têm até a 4ª série, 20% fizeram o ensino médio, 12% completaram o ensino superior, enquanto 11% pararam no ensino fundamental.
Postado pela Assessoria de Imprensa
IDOSOS GARANTEM OU AJUDAM NAS DESPESAS DA CASA E SE DIZEM FELIZES, REVELA PESQUISA
Às vésperas do Dia Internacional do Idoso (1º/10), estudo inédito realizado na Capital paulista mostra que 29% pessoas da terceira idade são fundamentais para manter os lares
Na cidade mais rica e desenvolvida do Brasil, 74% dos idosos (a partir dos 60 anos de idade de acordo com o Estatuto Nacional do Idoso) assumem responsabilidade sobre as despesas da casa, sejam aposentados ou não. Apenas 26% não colaboram financeiramente.
29% moram em família e são provedores únicos (12%) ou compartilham pelo menos metade das despesas da casa com os demais familiares (17%).
Esses dados fazem parte de um abrangente estudo da Quest Inteligência de Mercado, especializada em pesquisa e inteligência de mercado. Ao todo, foram ouvidos 300 idosos entre 60 e 92 anos, na Capital paulista, onde a empresa está sediada. Não participaram os idosos sem mobilidade.
Segundo o levantamento, 93% dos idosos são independentes financeiramente e sua principal fonte de renda é a aposentadoria. No entanto, 24% ainda trabalham, mas esse percentual é formado por aqueles que são ou não aposentados.
A boa surpresa é verificar que 76% dos idosos se sentem felizes, enquanto 19% relatam felicidade relativa e apenas 5% são infelizes, afirma Luís César Périssé, sócio-diretor da empresa e coordenador da pesquisa.
De acordo com ele, chama a atenção o fato de que esse estado de felicidade não tem motivação clara, pois independe de classe social, nível de escolaridade, gênero ou mesmo de idade maior ou menos dentro do grupo.
Dos 300 idosos ouvidos, 47% se dizem felizes e gozam de boa saúde, enquanto 26% também são felizes mas consideram não ter boa saúde.
O perfil dos idosos paulistas ouvidos revela ainda que 53% são casados, 28% estão viúvos, 15% se encontram separados, e apenas 4% estão solteiros. Quanto à moradia, 46% vivem com a família, 39%, a dois, com companheiro, companheira ou algum parente e 15% moram
sozinhos.
Inclusão digital
Engana-se quem pensa que os idosos preferem apenas ficar em casa fazendo crochê, jogando dominó ou mesmo cuidando dos netos. Além dessas atividades, uma parcela considerável deles, ou 20% do universo pesquisado, afirma que sempre costuma usar a Internet.
Esses navegam, em média, 58 horas por mês, ficando um pouco abaixo da média do brasileiro, que é de 66 horas, segundo o Ibope. Essa média alta ocorre porque 14% deles acessam a web todos os dias, enfatiza Périssé.
Em contrapartida, esse público não se interessa tanto pelas redes sociais quanto os mais jovens. Somente 13% mantêm perfil e interagem no Facebook ou no Orkut.
Usam a Internet não apenas para ler o noticiário, mas também para interagir nas redes sociais e se informar sobre produtos e serviços antes de adquiri-los, além de se interessarem por produtos com inovações tecnológicas, frisa o coordenador do levantamento.
Saúde e beleza
A pesquisa mediu ainda o nível de conscientização sobre os cuidados com a saúde, realização de atividades físicas e de lazer (dentro e fora de casa), grau de sociabilidade, vaidade (uso de cosméticos), hábitos e comportamento de compra.
Para se ter uma ideia, 74% consomem medicamentos de uso contínuo e 39% tomam vitaminas regularmente; 65% praticam alguma atividade física, sendo 58% os que gostam de caminhar.
Outros dados interessantes mostram que os idosos são muito vaidosos. Cosméticos tradicionalmente usados pelas mulheres estão sendo gradualmente adotados pelos homens idosos: 31% deles usam creme hidratante, 26% utilizam produto de beleza para o corpo e 25% para o rosto e 15% se protegem com protetor solar. Somente 4% disseram usar tintura para o cabelo contra 58% das mulheres pesquisadas.
Perfil
Do universo de idosos participantes da pesquisa, 51% são mulheres e 49%, homens; 51% do total pertencem às classes A e B, 42% à C e 7% às classes D e E. Com relação à escolaridade, 57% têm até a 4ª série, 20% fizeram o ensino médio, 12% completaram o ensino superior, enquanto 11% pararam no ensino fundamental.
Postado pela Assessoria de Imprensa
TOP OF MIND: PESQUISA REVELA MARCAS MAIS LEMBRADAS E CONFIÁVEIS PARA CONSUMIDORES BRASILEIROS
TOP OF MIND: PESQUISA REVELA MARCAS MAIS LEMBRADAS E CONFIÁVEIS PARA CONSUMIDORES BRASILEIROS
Resultados do estudo da Quest Inteligência de Mercado, encomendado pela ABA e Top Brands Consultoria, serão conhecidos no Fórum ABA Branding 2011, nos dias 23 e 24
SÃO PAULO, AGOSTO DE 2011 – Pesquisa Top of Mind “A confiança e o prestígio das marcas para o consumidor brasileiro”, encomendada pela Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) e Top Brands Consultoria, e aplicada pela Quest Inteligência de Mercado, revela importantes dados sobre o comportamento do consumidor frente às principais marcas do mercado.
Realizado nas oito maiores capitais brasileiras – São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador e Distrito Federal, o levantamento concentrou-se em um público-alvo formado por homens e mulheres entre 14 e 65, das classes A, B e C. Ao todo, 2.020 pessoas foram ouvidas.
A 8ª edição da pesquisa, que mediu além do Top of Mind das marcas, os índices de adesão à marca e confiança na categoria e o grau de atividade na Internet, e será apresentada em sua íntegra no Fórum Internacional ABA Branding 2011, nos dias 23 e 24 de agosto, no Teatro da Vivo (Avenida Chucri Zaidan, 860, Morumbi.
Em suas respectivas categorias, com o consumidor respondendo à pergunta com o nome da primeira marca que veio à cabeça, os destaques foram: Banco (Itaú, 29%), Cartão de Crédito (Visa, 43%), Supermercados (Extra, 21%), Plano de Saúde (Unimed, 28%), Operadora Telefonia Móvel (Vivo, 26%); Operadora Telefonia Fixa DDD (Oi, 45%); Automóvel – Fabricante (Volkswagen, 31%); Automóvel – Modelo (Gol, 19%), Aparelho de TV (LG, 23%); Analgésico (Dorflex, 20%), Fabricante de Medicamento Genérico (Medley, 18%); Portal de Internet (Google, 14%); Revistas (Veja, 41%); e Emissora de TV Aberta (Globo, 60%).
Segundo o coordenador da pesquisa, Luís César Périssé, sócio-diretor da Quest Inteligência de Mercado, empresa especializada em pesquisa e análise de mercado, o estudo abrirá a possibilidade de diversas análises, dando diversos subsídios para os players do mercado.
“Com informações tão preciosas quanto estas, os anunciantes terão uma poderosa ferramenta para incrementar suas campanhas publicitárias, visto que ela serve como norteadora para as estratégias mercadológicas” argumenta.
Outros ranking
TOP OF MIND

TOP OF MIND

Índice de adesão à marca

Índice de confiança na categoria

Grau de atividade social na internet
Marcas que em cada categoria têm o maior percentual de consumidores com alto grau de atividade social na Internet
Postado pela Assessoria de Imprensa
GERAÇÃO Z É MAIS CONECTADA, FUMA MENOS E LÊ POUCO, REVELA PESQUISA
Estudo inédito da Quest Inteligência de Mercado compara três gerações – X, Y e Z – e traça principais aspectos comportamentais de cada faixa etária, influenciadas pela Internet e pelo mundo 2.0
Praticamente 100% dos jovens entre 14 e 19 anos (Geração Z) participam de alguma rede social, 75% usam celulares (sendo que 16% navegam na Internet por esses aparelhos) e 60% se preocupam com a beleza do corpo e do rosto, enquanto apenas 5% fumam, mudança cultural importante que merece ser acompanhada.
Paralelamente, a faixa etária entre 32 e 51 anos (Geração X) continua com assíduos leitores (55%) e os adultos entre 20 e 31 anos (Geração Y) mantêm o hábito de visitar os amigos (51%) e de consumir refrigerantes (52%). Os jovens da Geração Z, entretanto, leem menos (14% preferem jornais e 23% revistas).
Estes são alguns dos resultados do estudo São Paulo em Foco: Gerações X, Y e Z, realizado pela Quest Inteligência de Mercado, empresa especializada em pesquisa e análise de mercado. Foram ouvidas 600 pessoas na capital paulista, com idades entre 14 e 51 anos.
A pesquisa revela um Raio X apurado das diferenças e similaridades existentes entre essas três Gerações – X (32 a 51 anos), Y (20 a 31 anos) e Z (12 a 19 anos). Para esta amostra, optou-se por entrevistas com jovens a partir dos 14 anos de idade, que não necessitam de permissão dos pais para responder a pesquisas.
“A principal diferença entre as gerações está no uso que fazem da Internet, das redes sociais e da tecnologia. Isso se reflete em seus hábitos de consumo, comportamento de compra e lazer”, explica Luís César Périssé, sócio-diretor da empresa e coordenador da pesquisa.
Segundo ele, a Internet está promovendo grandes mudanças sociais e essas gerações têm sido os principais agentes de mudança, dependendo do seu grau de interação social, isto é, da sua capacidade de influenciar pessoas por meio de suas ações na web.
“São agentes de mudanças os que produzem e compartilham conteúdo na web e nas redes sociais: 61% no total das 3 gerações. Na Geração Z essa proporção se eleva para 79%, na Geração Y, 71%, e na geração X, 48%”, informa Périssé.
Para quem não sabe, o “Z” é a denominação comum daquilo que esses jovens fazem de melhor: zapear, saltando com desenvoltura da TV para o telefone; do videogame para alguma rede social na web; ou do MP4 para o e-book.
Esta controversa geração é consumidora voraz das novidades que o mundo tecnológico tem a oferecer, mudando de atitude tão rápido quanto uma mensagem no Twitter. Com o mundo 2.0 no DNA, é difícil imaginá-los vivendo da mesma forma que as gerações anteriores – sem telefone móvel, Internet, MP3, câmeras digitais ou tevê a cabo.
“Nascida sob os auspícios da estabilidade econômica, em um país com inflação de um dígito e governo democrático, a chamada Geração Z é um fenômeno que encanta e surpreende, pela sua enorme capacidade de assimilar as transformações tecnológicas em curso, neste mundo 2.0”, enfatiza o coordenador da pesquisa.
Postado pela Assessoria de Imprensa
Pesquisa revela hábitos de paulistanos de diferentes faixas etárias – Revista Veja SP
Quase todos os jovens de 14 a 19 anos mantêm perfil em alguma rede social na internet, mas só 14% leem jornal
Mauricio Xavier [com reportagem de Nathalia Zaccaro] | 24/08/2011. Foto de Darrin Klimek.
Menos de 10% dos paulistanos entre 32 e 51 anos costumam checar seus e-mails no celular. Um terço dos que têm entre 20 e 31 lê jornal com frequência. E quase todos os jovens de 14 a 19 mantêm perfil em alguma rede social na internet. Esse é o resultado de uma pesquisa realizada recentemente na capital com 600 pessoas entre 14 e 51 anos, comparando os perfis das chamadas gerações X, Y e Z:
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A pesquisa foi realizada pela Quest Inteligência de Mercado.
O conteúdo acima foi publicado pela Revista Veja SP em 24/08/2011 e pode ser visualizado pelo link http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2231/conflito-de-geracoes
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Postado por Marley Alves
ABA divulgará pesquisa sobre Confiança e Prestígio das Marcas para o consumidor brasileiro em 23 e 24/08
Resultados do estudo da Quest Inteligência de Mercado serão conhecidos no Fórum ABA Branding 2011 e revelarão as tendências para o mercado publicitário nacional.
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SÃO PAULO, AGOSTO DE 2011 – No momento em
que empresas e anunciantes investem cada vez mais em campanhas que fixem marcas e conceitos na cabeça dos consumidores, inclusive usando a Internet, a Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) e a Top Brands Consultoria divulgarão nos dias 23 e 24 de agosto, em São Paulo, os resultados da pesquisa “A confiança e o prestígio das marcas para o consumidor brasileiro”.
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Realizado pela Quest Inteligência de Mercado, empresa especializada em pesquisa e análise de mercado, o estudo tem o objetivo de estabelecer parâmetros que permitam a análise da competitividade da marca, com índices de avaliação de seu “Brand Equity”. A pesquisa traz ainda um suplemento especial sobre as marcas e o grau de atividade digital do consumidor.
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A publicação da pesquisa se dará durante o Fórum ABA Branding 2011, maior e mais importante encontro anual sobre construção de marcas do Brasil, que ocorrerá no Teatro da Vivo (Avenida Chucri Zaidan, 860, Morumbi).
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Concentrado em um público-alvo formado por homens e mulheres entre 14 e 65, das classes A, B e C, o estudo focou-se nas oito maiores capitais brasileiras – São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador e Distrito Federal.
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Segundo o coordenador da pesquisa, Luís César Périssé, Diretor Executivo da Quest Inteligência de Mercado, o estudo abrirá a possibilidade de diversas análises, dando diversos subsídios para os players do mercado.
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“Os destaques são: avaliação do gap entre a confiança na categoria e a confiança nas marcas; comparação entre os índices Top of Mind, Recomendação, Satisfação, Uso e Prestígio da marca; avaliação da tendência de mercado das marcas, de acordo com leitura dos índices de prestígio; e análise da força de aspectos que compõem o “Brand Equity” da marca, bem como avaliar sua tendência ao longo dos anos para as categorias que dispõem de histórico”, explica.
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Postado pela Assessoria de Imprensa
Quest comemora 18 anos
No dia 16 de junho a Quest comemorou sua maioridade com seus executivos fazendo um curso de Marketing Digital.
Em um mundo que está sofrendo transformações causadas pelas redes sociais, o perfil da pesquisa de mercado é complementado e enriquecido pelas ferramentas digitais de pesquisa na web.
Não basta pesquisar. É preciso interpretar as informações, integrar as várias fontes de pesquisa e saber comunicar de maneira a transformar os resultados em conhecimento de valor para o mercado.
Somos hoje uma empresa 2.0. Essa é a Quest Inteligência de Mercado.
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Postado por Lucia Perissé e Luís César Périssé
Férias de julho
Em julho, mês das férias escolares, há uma oportunidade de mercado para a criação de serviços de entretenimento para crianças até 12 anos de idade cujos pais não têm com quem deixar seus filhos ou não podem acompanhá-los em viagens e passeios.
Desde a falta de confiança em deixar os filhos com estranhos, até o alto custo de alguns passeios como acampamentos só para crianças, vemos que o mercado ainda não encontrou uma forma adequada para atender a esse público.
Viajar é preciso, mas nem sempre possível
Em pesquisa realizada pela Quest na cidade de São Paulo, com pais de crianças até 11 anos de idade, verificou-se que apenas 31% das crianças dessa idade têm a oportunidade de viajar nas férias de julho, sendo que a maioria pertence às classes A e B (60%).
De acordo com Ricardo Matroni, da Paramount Turismo, as agências de viagens não costumam vender pacotes de viagens que possibilitem a menores de 13 anos viajarem desacompanhados: “Para os pais que não podem viajar junto com os filhos em julho só existem os Grupos Disney, mas esses são só para crianças a partir de 13 anos. Para os menores, não há nada parecido no mercado a não ser colônias de férias e acampamentos”.
Segundo Ricardo, as férias de julho desse ano têm surpreendido o mercado: “para esse mês de julho em especial, nós vendemos muitos pacotes de viagens para a Disney, acima da média, muito em função do dólar em baixa, da facilidade de pagar em várias vezes e também dos altos preços dos passeios dentro do Brasil. O pessoal está preferindo ir pra fora a ficar por aqui”.
Oportunidades de mercado
Luís César Périssé, Diretor Executivo da Quest, observa que existem espaços ociosos no período de férias que poderiam ser aproveitados para oferecer serviços de entretenimento para as crianças que ficam em São Paulo: “muitas escolas infantis aproveitam o período de férias para oferecer colônias de férias com muitas brincadeiras para a criançada, aproveitando a mão de obra de funcionários que também gostariam de faturar um extra num período em que normalmente não viajam. A mesma oportunidade existe para outros tipos de negócios que fazem parte do universo infantil e que ficam ociosos nesse período, como buffets infantis, clubes e pequenas empresas de monitores de festas infantis”.
Férias com as crianças, para quem pode…
Para quem pode se dar ao prazer de passar as férias de julho ao lado dos filhos, a tarefa mais difícil é preencher todo o espaço de tempo, tendo de levar em conta a ansiedade das crianças em aproveitar ao máximo as férias.
É hora de tirar a bicicleta da garagem e dar uma volta no parque com as crianças. É tempo de desligar os despertadores e de deixar as regras de disciplina mais frouxas. Curtir é o melhor remédio!
Nessa hora a criatividade conta muito. Distraí-las com brincadeiras que despertem a curiosidade pode ajudar. Estar ligado na agenda cultural da cidade também pode ser uma boa idéia: há teatros, cinemas, museus, parques temáticos, etc. Não é difícil encontrar programação especial para as férias de julho.
Segundo a mesma pesquisa da Quest, as atividades preferidas pelos pais das classes A e B são passear no shopping (60%), ir ao cinema (57%) e ir a um parque público (49%). O passeio ao shopping também é apreciado pelas classes C e D, juntamente com passeio a um parque público ou de diversões, cada um com 35% de preferência.
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“Ano a ano vemos que há cada vez mais opções culturais para as crianças e fico feliz de ver que essas opções são atraentes para um grande número de pais”, diz Luís César, que complementa: “torço para que as classes mais baixas tenham mais acesso à cultura. Observe que entre 14% e 26% dos pais das classes C e D consideram fortemente a possibilidade de levarem seus filhos a uma livraria, ao teatro, ao aquário ou ao zoológico, opções culturais muito importantes para o desenvolvimento das crianças. O problema do acesso dessas crianças ainda é a falta de tempo dos pais e mobilidade, uma vez que muitas dessas opções costumam ser distantes de suas casas. Com o aumento do poder aquisitivo das classes mais baixas nos últimos anos há oportunidades para investimento em diversão para essa garotada nos bairros onde elas moram. Cabe à iniciativa privada investir. Não estou falando em grandes investimentos; estou falando em oportunidades para pequenos negócios, principalmente na época de férias.”
Fonte da pesquisa
Essa pesquisa foi realizada pela Quest Pesquisa de Marketing em junho de 2011 com 210 pais de crianças até 11 anos.
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Postado por Adriano Stofaleti







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