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Quando
iniciamos uma pesquisa, quebramos qualquer ligação entre
a lista dos que fazem parte de nossa amostra e dos verdadeiros respondentes
do ques-tionário. O objetivo é tornar impossível
achar o nome de qualquer indivíduo que preencheu este ou aquele
questionário. Usar números não é suficiente.
Se há uma possibilidade para saber que o questionário
"X" foi preenchido pela pessoa número 24, um simples
relance na lista e a confidencialidade estará perdida.
Para
maior segurança, o uso de números nos questionários
(para compilação) pode ser utilizado, afinal, as respostas
são somadas à de outros questionários.
Em
entrevistas gravadas, usamos uma pequena quantidade de fitas. Assim,
uma vez preenchida e conferida a grade de entrevistas com a ajuda
da gravação, os prováveis elementos de identificação
do respondente desaparecerão.
As fitas são re-utilizadas em intervalos regulares, o que
assegura o sucesso do procedimento de confidencialidade. No fim,
resta apenas apagar as fitas das entrevistas mais recentes para
evitar qualquer risco. Nunca devemos subesti-mar os riscos relacionados
a probabilidade de vazamento de informação.
Somente uma metodologia bem definida pode ser um verdadeiro seguro.
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